Veneno de cobra gera interesse para produção de medicamentos

Uma pesquisa pública brasileira combina sangue de búfalo e veneno de cascavel. O objetivo é produzir o selante de fibrina, um cicatrizante. Veneno de cobra gera interesse para produção de medicamentos
Imagine você esconder as pernas por 47 anos. Foi o que aconteceu com Vera Freddo. Na canela direita ela tinha uma úlcera do tamanho de um palmo. Muita gente ficava chocada quando via. A ferida não incapacitou dona Vera e, por 37 anos, ela trabalhou como dentista, mas levou uma vida limitada.
Fez 16 cirurgias e toda noite tinha que cuidar da perna. Foram mais de 17 mil curativos. Na Unidade de Pesquisa Clínica da Faculdade de Medicina de Botucatu, em São Paulo, foi onde Vera foi no segundo semestre de 2016, assim que viu na internet uma chamada pública da UNESP que convocava voluntários para um tratamento experimental de feridas crônicas. Foram três meses de aplicações do selante de fibrina.
Passados 15 meses da cicatrização, a dentista não se cabe de alegria e gratidão com a equipe que a atendeu, liderada pela dermatologista Luciana Abade. Vendo as fotos de como eram as feridas e como ficou agora, é inevitável para Vera a sensação de que o impossível aconteceu.
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