São Paulo vira laboratório de startups de mobilidade

Bicicletas compartilhadas sem ponto fixo para estacionar e patinetes elétricos estão tomando as ruas da capital paulista. São Paulo vira laboratório de startups de mobilidade
O Pequenas Empresas & Grandes Negócios mostra que enfrentar os desafios da mobilidade pode se transformar em faturamento para o empreendedor.
Oito em cada 10 motoristas de São Paulo afirmam que deixariam o carro em casa se tivessem uma melhor alternativa de transporte; sete em cada 10 são a favor da ampliação e da construção de mais ciclovias e ciclofaixas. Com isso, a cidade virou um laboratório de novidades.
Uma das ideias é de bicicletas largadas no meio do caminho, da startup comandada pelo Ariel Lambrecht e dois sócios. Trata-se de um aplicativo de compartilhamento de bikes sem ponto fixo, que o usuário pode deixá-la em qualquer lugar.
A bicicleta funciona com uma trava. A pessoa localiza no mapa do aplicativo onde tem uma disponível: daí é só chegar, usar o leitor de “QR Code” do smartphone para liberá-la e sair andando. Ela funciona num sistema pré-pago, então, a pessoa coloca créditos antes de andar com a bicicleta. Vai contando a cada 15 minutos R$ 1, e quando acabam os créditos, tem que colocar mais.
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