FMI defende alta dos juros nos EUA, que complica economias emergentes

BC dos EUA elevou taxa três vezes este ano; Trump criticou órgão, que é independente. Diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde.
Johannes P. Christo/Reuters
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, justificou nesta quinta-feira (11) a alta das taxas de juros de alguns bancos centrais, uma política considerada “inevitável”, apesar das críticas do presidente americano Donald Trump.
A alta dos juros “é uma evolução necessária” e “inevitável” para as economias como os Estados Unidos, que vivenciam forte expansão, têm inflação crescente e baixo desemprego, disse Lagarde em coletiva de imprensa em Bali, à margem da reunião anual do FMI.
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De fato, para evitar o superaquecimento de uma economia robusta e uma inflação mais alta, o Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano) elevou as taxas de juros em 0,25 ponto três vezes este ano.
Em dezembro, a instituição planeja fazê-lo novamente, apesar das críticas de Trump que, quebrando o tradicional respeito pela independência do Fed, expôs sua discordância com o aumento do custo do crédito.
Na quarta-feira, após uma sessão péssima em Wall Leia a notícia completa

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