Como 5 economias reagiram à crise mundial – e como estão 10 anos depois

O colapso do Lehman Brothers, em 2008, marcou o início de um derretimento econômico que reverberaria em todo o mundo; do Brasil aos EUA e à União Europeia, veja as consequências disso, passada uma década Dez anos atrás, o banco Lehman Brothers protagonizou o episódio mais célebre da crise financeira que reverberaria por toda a economia global.
O maior caso de falência da história dos EUA evidenciou o quanto os mercados financeiros vinham apostando em ativos tóxicos – ou seja, nas chamadas hipotecas subprimes e seus derivativos – durante o boom dos anos anteriores.
A derrocada do banco marcou o fim de uma era de expansão. As economias emergentes, que vinham de seis anos de crescimento robusto, reduziram o seu ritmo em 2009 para um crescimento mais moderado, de 2,8% ao ano em média, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). Já os países industrializados viram sua economia recuar uma média de 3,4%.
Nos EUA e na Europa, os governos correram para resgatar instituições financeiras em falência, às custas do dinheiro de impostos. Reunidas no G20, as principais economias do mundo reconheceram a necessidade de estimular os mercados globais e entraram em acordo quanto a uma série de políticas para estimular o crescimento.
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