Ações de impacto social devem garantir sobrevivência de empresas 

Ahmad Ashkar em evento neste sábado (10) em São Paulo
Foto: Edu Garcia

As empresas que não pensarem em promover mudanças sociais positivas a partir de agora serão esquecidas em uma década. “Tudo porque os jovens com idades que vão dos 18 a 35 anos atualmente têm preferências de compra que diferem totalmente daquelas das gerações anteriores”. O veredito é de Ahmad Ashkar, reconhecido como CEO do Ano em 2017 pela Arabian Business — maior revista de negócios do Oriente Médio — e Empreendedor do Ano em 2016 pela Esquire — publicação americana direcionada ao público masculino.

“A ideia de impacto é muito atraente para os jovens hoje — em relação a produtos e serviços. Se eles puderem comprar uma jaqueta que custa 100 dólares e tiverem de escolher entre um fabricante que faz uso de trabalho escravo ou um fabricante que oferece produtos de comércio justo [sem empregar ninguém de forma irregular], 80% deles vão preferir o fabricante que oferece produtos de comércio justo”, afirmou Ashkar em entrevista exclusiva ao R7.

O palestino-americano é CEO da Hult Prize Foundation — plataforma de filantropia que o ex-presidente Bill Clinton já classificou como uma das “ideias que Leia a notícia completa

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